Várias estratégias terapêuticas têm sido utilizadas e perspetivadas no e para o combate ao SARS-CoV-2.

Desta forma, têm sido apontadas diversas moléculas com uma potencial ação terapêutica contra o coronavírus, entre elas a cloroquina e a hidroxicloroquina. Estas encontram-se presentes em medicamentos utilizados no tratamento da malária, artrite e lúpus, e que inibem o SARS-CoV-2 in vitro. Também a associação lopinavir/ritonavir tem sido estudada, consistindo esta num medicamento antirretroviral utilizado no tratamento do HIV. Para além destas moléculas, tem sido avaliada a potencial ação de anticorpos monoclonais na neutralização do vírus.

Outras tantas estratégias terapêuticas têm sido testadas na tentativa de fazer frente ao novo coronavírus, mas muitas delas têm vindo a ser abandonadas, como é o caso da Imunidade de Grupo. Em relação à vacina, ainda não existe à data nenhuma aprovada para o SARS-CoV-2, sendo que, segundo a OMS, encontram-se atualmente em curso 2 ensaios clínicos. Mas como serão estas vacinas? Qual o seu alvo terapêutico? Como têm sido desenvolvidas? 

As vagas para esta edição do APEForma, a realizar-se no próximo dia 17 de abril pelas 21h, na plataforma ClickMeeting, já se encontram ESGOTADAS! No entanto, poderás integrar a lista de espera para esta atividade! Basta preencheres o seguinte formulário.

 

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