Joana Gamboa

Vencedora da Eliminatória Local do CAD’19

Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior

Participei no CAD porque  ainda não tinha tido oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos na prática e queria desafiar-me a fazer algo mais prático e que muitos farmacêuticos acabam por fazer no seu dia a dia. Além disso queria testar e tentar desenvolver a minha capacidade de comunicação. Para me preparar fui lendo os exemplos de casos de anos anteriores e as respetivas propostas de resolução. Além disso, no dia anterior, em que foram disponibilizadas as classes farmacológicas dos medicamentos que iriam ser abordados no CAD, vi alguma informação sobre essas classes de fármacos e li RCM´s de um fármaco representativo de cada uma. 


No CAD sinto que desenvolvi a minha capacidade de comunicação, o que era um objetivo meu e senti-me muito realizada porque consegui passar para a prática conhecimentos teóricos.

Acho que os meus colegas do MICF devem participar porque é uma forma de procurar melhorar a comunicação e desenvolver competências de aconselhamento. E ainda que possam sentir receio, como eu senti, no fim compensa por tudo o que se aprende, pelo valor da experiência e também pelas pessoas de outras faculdades que podem conhecer.

Filipe Fernandes

Vencedor da Eliminatória Local do CAD’19

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Participei no CAD por curiosidade e pela vontade de me desafiar em aplicar a teoria à prática. Deste modo, também desenvolver as minhas capacidades de comunicação no contexto da Farmácia Comunitária. De forma a preparar-me, li os casos práticos de anos anteriores, e todas as propostas de resolução. Também tirei proveito daquilo que na altura estava a dar em Farmacologia e Fisiopatologia. Na véspera com a divulgação das classes farmacêuticas, analisei-as ao máximo, incluindo RCM’s de medicamentos das mesmas.

 

Foi uma experiência incrível, pois tive oportunidade de aprender mais sobre a comunicação em diversas situações, e como passar a mensagem da melhor forma, para todas as pessoas.

Aconselho vivamente passar por esta esta experiência, pois é uma forma de colocar em prática a teoria que já apreenderam, melhorar as suas capacidades de comunicação e de aconselhamento farmacêutico. É um desafio pelo qual todos deveriam passar, é uma excelente forma de conhecerem pessoas de outras faculdades e do próprio meio da Farmácia comunitária.

Fábio Ferreira

Vencedor da Eliminatória Local do CAD’19

Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra

O interesse pela participação no CAD surgiu em mim relativamente cedo, uma vez que participei no 3°,4° e 5° ano, essencialmente porque sempre considerei que a capacidade de fazer um bom aconselhamento é o que define um bom farmacêutico e para testar as minhas capacidades nada melhor do que o CAD.


Na verdade, uma vez que eu queria ter a percepção dos meus reais conhecimentos não fiz preparação alguma tirando a consulta dos grupos farmacoterapêuticos após estes serem disponibilizados.


A participação no CAD permitiu-me essencialmente melhorar a minha capacidade de comunicação dos conhecimentos científicos adquiridos através do plano de estudos a um doente real.

Aconselho todos os estudantes do MICF que gostem de colocar os seus conhecimentos à prova a participarem no CAD, uma vez que, neste concurso, para além de serem postos à prova, têm profissionais de excelência a fornecerem um feedback de enorme qualidade que irá permitir que sejam cada vez melhores no aconselhamento ao doente.

Ana Sofia Pintado

Vencedora do CAD’19

Instituto Universitário Egas Moniz

Eu inscrevi-me no CAD, pela segunda vez consecutiva, pelo gosto que tenho pela farmácia comunitária. Atender o utente é um desafio, é um equilíbrio entre o nosso conhecimento técnico-científico (que deve ser transmitido de forma simples e clara, mas sem perder o rigor profissional) e entre a nossa parte humana e comunicativa, sem nunca esquecer que do outro lado do balcão não temos apenas um caso clínico mas sim um ser humano, que muito provavelmente não está bem física e/ou emocionalmente, e o farmacêutico tem de ter sensibilidade para saber abordá-lo. 

 

O CAD é o concurso com o formato perfeito para colocarmos todas estas skills em prática e, assim, sairmos da nossa zona de conforto e desafiarmo-nos a nós próprios. Na véspera do CAD são-nos fornecidos os grupos farmacológicos que vão estar envolvidos no caso clínico do concurso, sendo que não temos acesso aos fármacos em específicos. Posteriormente, no próprio dia do concurso, temos acesso ao caso clínico 1 hora antes da nossa prestação. 

 

A minha preparação prévia consistiu numa revisão de algumas medidas não farmacológicas que poderiam ser úteis para as patologias que envolviam os grupos farmacoterapêuticos que me foram fornecidos. Com o CAD adquiri a capacidade de saber selecionar a informação científica que é útil e pertinente para comunicar ao utente, de uma forma simples e percetível, adquiri competências de comunicação assertiva, e ajudou-me também a perder o medo de comunicar em público. O PCE foi uma experiência desafiante e com a qual aprendi bastante. 

 

Este concurso, que tem um formato bastante semelhante ao CAD mas a nível internacional, permitiu-me ter a visão de como é visto o atendimento farmacêutico ideal noutros países, e permitiu-me também afirmar que em Portugal somos, orgulhosamente, muito bem preparados a nível académico para saber facultar respostas às necessidades do utente. Relativamente ao IPSF World Congress, estar presente neste evento, para mim, foi uma experiência incrível. Para além da aquisição de novos conhecimentos, como acontece em todos os congressos, neste evento acabamos por ter contacto com estudantes de farmácia dos quatro cantos do mundo, conhecendo assim novas culturas e novas pessoas, que têm algo em comum connosco – a ambição de serem farmacêuticos. 

O CAD é uma etapa pela qual todos os alunos do MICF deveriam passar, pois ajuda-nos a crescer enquanto alunos e a preparar-nos enquanto futuros profissionais de saúde. Eu sinto que este concurso permite-nos fazer o elo de ligação entre os conteúdos lecionados na faculdade e o contexto mais real da sua aplicação. Se és aluno do MICF e tens oportunidade de participar no CAD, inscreve-te e verás que vai ser completamente uma mais valia para a tua formação!

Assiste ao vídeo da Sofia após o 65th IPSF World Congress: