Hoje despedimo-nos de um homem, seguramente, “imortal”. Celebramos a humanidade e o ímpeto inigualáveis do Farmacêutico que escolheu dedicar-se inteiramente aos outros, acolhendo os “aflitos” que buscassem auxílio.

Porque “todos os homens podem ser Doutores ou criminosos”, pelas suas próprias mãos, criou um espaço onde todos pudessem ter direito às oportunidades, negadas pelas circunstâncias da vida.

A APEF manifesta sentidas condolências aos familiares do Dr. João Almiro, sejam eles de sangue ou de coração. Um exemplo que ficará para sempre na nossa memória, enquanto futuros farmacêuticos, mas principalmente enquanto seres-humanos.

Obrigado, Dr. João Almiro.

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Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia

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